Os SDDR (Sistemas de Depósito, Devolução e Retorno) são sistemas em que é cobrado um depósito monetário ao consumidor ou comprador para garantir a devolução da embalagem, tendo em conta que esse depósito não pode ser superior ao valor de reposição em caso de perda da embalagem.
Depois de o consumidor esvaziar a embalagem, pode devolvê-la e recuperar o depósito, desde que a devolva em boas condições.
Existem dois sistemas principais de gestão: o Sistema Integrado de Gestão (SIG) e o Sistema de Depósito, Devolução e Retorno (SDDR).
O SIG encarrega-se de recolher, transportar, armazenar e processar os resíduos para reciclagem, mas cobra ao produtor por cada embalagem colocada no mercado.
O SDDR estabelece um custo de depósito para o consumidor, que pode ser recuperado se devolver a embalagem no estado correto e no local indicado. Este sistema melhora a qualidade da reciclagem, uma vez que as embalagens não se misturam com outros materiais.
Depois de vazias, as embalagens devem ser devolvidas em bom estado para que o valor do depósito seja reembolsado.
Os detalhes variam consoante o setor:
Nos armazéns de construção, é comum reembolsar estes depósitos aos clientes. Depois, as embalagens são devolvidas aos fabricantes e o valor é regularizado na fatura seguinte.
Em alguns locais, existem máquinas onde se introduz a embalagem e o depósito é devolvido automaticamente. Noutros casos, é o responsável da loja que processa a devolução.
No canal HORECA, o distribuidor cobra as embalagens na fatura e depois abate ou devolve o valor das que recolhe no mesmo circuito.
Os sistemas SDDR são extremamente rentáveis, uma vez que o depósito garante a devolução de uma grande parte das embalagens.
Outra vantagem é que estes sistemas incentivam o uso de embalagens de melhor qualidade, com menos quebras e maior produtividade.
Paletes: de madeira ou plástico, amplamente usadas em construção, agricultura, indústria de bebidas, entre outros setores.
Caixas de plástico: muito utilizadas em agricultura, pesca, indústria alimentar e outros setores, especialmente as caixas empilháveis e dobráveis.
IBC ou GRC: depósitos para líquidos até 1000 litros, usados na indústria química e alimentar (sumos, óleos, vinagre, etc.).
Contentores: rígidos ou dobráveis, usados na agricultura, automação, indústria alimentar e reciclagem.
Colares de madeira: muito utilizados na indústria metalúrgica pela sua resistência, comuns em países nórdicos e empresas como Scania ou Volvo.
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A Container Loop é uma consultora especializada na criação de sistemas de contentores retornáveis, rentáveis e sustentáveis, reduzindo custos, resíduos e pegada de carbono. É independente e oferece sempre a melhor solução para o cliente.
David Izquierdo Cebollada
CEO
Container Loop